📋 Identificação do Projeto
Título do ProjetoCastração do Equino
Linha de ConcentraçãoExtensão
Hora-AtividadeHora-Atividade Não Obrigatória
Tipo da PropostaFormação
Curso(s) Envolvido(s)Medicina Veterinária
Semestre(s)3 semestre de med vet e 1 semestre de medicina veterinária
CH Total do Projeto4
Área TemáticaExtensão
Público AlvoAlunos de medicina veterinária (1 e 3 semestre), eles tem a oportunidade de estar no campo vendo como pode realizando atividades cotidianas de veterinários de grandes animais.
Prática como Pesquisa?Não
Produção Científica?Sim
Tipo de Produção Científicatexto exitoso
Disciplina Vinculadaextensão
👤 Professor Responsável
Professor ProponenteWaleska Marques da Silva
E-mailwaleska@eduvalesl.edu.br
WhatsApp35991420056
🎯 Objetivos e Justificativa
Objetivo PrincipalApresentar aos estudantes de medicina veterinária do 3 semestre e do 1 semestre como é feito na prática uma castração a campo na pratica da Fazenda Escola Flor de Lótus.
Objetivos EspecíficosAs práticas que um medico veterinário de grandes animais tem que fazer para atuar no campo.
JustificativaTemos um cavalo criptorquida e precisamos castrá-lo para não reproduzir e utilizá-lo na equoterapia
Competências e Habilidades PPC/DCNs Papel da veterinária no desenvolvimento rural e no agronegócio.
Conexão com Disciplina e Perfil do EgressoA castração de um cavalo criptorquida é um procedimento cirúrgico que exige conhecimento anatômico aprofundado, técnica cirúrgica específica e capacidade de tomada de decisão em campo. Quando analisamos essa prática dentro da formação em Medicina Veterinária, ela tem relação direta com a qualidade da formação profissional. Segundo a ementa estamos colocando os alunos para verem o dia a dia do medico veterinário, como eles podem fazer uma cirurgia a campo, o que eles podem arrumar para minimizar questões de traumas, lesões.
Resultados Esperados para os EstudantesQue os alunos tenham noções das estruturas anatômicas que eles vão retirar e quais estruturas iremos acessar, o que precisamos pensar ao atender um animal a campo, manejo e sanidade. (1 semestre). Calculo de doses de anestésicos e verificação do plano anestésico. ( Farmacologia - 3 semestre).
Dialoga com ENADE / Qualidade Acadêmica?Sim
Integração entre Cursos/Áreasnão.
Referências Bibliográficas (ABNT)AUER, J. A.; STICK, J. A. Equine surgery. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2019.
HENDRICKSON, D. A.; BAIRD, A. N. (ed.). Turner and McIlwraith’s techniques in large animal surgery. 4. ed. Ames: Wiley-Blackwell, 2014.
EVANS, H. E.; DE LAHUNTA, A. Guide to the dissection of the horse. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2010.
DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
RIET-CORREA, F. et al. Farmacologia e terapêutica veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
PAPICH, M. G. Saunders handbook of veterinary drugs: small and large animal. 4. ed. St. Louis: Elsevier, 2016.
DEARO, A. C. O. Castração de equinos a campo: indicações, fatores de risco e considerações pré-operatórias. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP, São Paulo, v. 23, e38714, 2025. DOI: 10.36440/recmvz.v23.38714
HENDRICKSON, D. A.; BAIRD, A. N. (ed.). Turner and McIlwraith’s techniques in large animal surgery. 4. ed. Ames: Wiley-Blackwell, 2014.
EVANS, H. E.; DE LAHUNTA, A. Guide to the dissection of the horse. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2010.
DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
RIET-CORREA, F. et al. Farmacologia e terapêutica veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
PAPICH, M. G. Saunders handbook of veterinary drugs: small and large animal. 4. ed. St. Louis: Elsevier, 2016.
DEARO, A. C. O. Castração de equinos a campo: indicações, fatores de risco e considerações pré-operatórias. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP, São Paulo, v. 23, e38714, 2025. DOI: 10.36440/recmvz.v23.38714
📚 Metodologia
Metodologia e Estrutura Detalhada1. Preparação do animal e do ambiente
• Escolha do local: Deve ser limpo, plano e livre de obstáculos. Evitar solo lamacento ou empoeirado para minimizar infecções.
• Jejum: Recomenda-se jejum alimentar de 6 a 12 horas e hídrico de 4 horas antes da anestesia.
• Avaliação pré-cirúrgica: Verificar estado de saúde geral, histórico médico e presença de patologias.
2. Contenção do equino
• Pode ser realizada em estação (com o animal em pé) ou em decúbito (deitado), dependendo da técnica e da anestesia escolhida.
• Contenção física: Uso de cabresto, cordas e torção de orelha ou lábio superior para minimizar movimentos.
• Sedação: Administração de tranquilizantes como xilazina ou detomidina para reduzir o estresse.
3. Anestesia
• Local: Lidocaína infiltrativa no cordão espermático e na pele escrotal (usada geralmente em castração em estação).
• Geral: Associada a relaxantes musculares como xilazina e anestésicos como cetamina para castração em decúbito.
4. Técnica Cirúrgica
Abertas (mais comuns em campo)
1. Incisão escrotal: Feita sobre cada testículo.
2. Exposição do testículo e do cordão espermático.
3. Ligadura ou esmagamento do cordão espermático: Utiliza-se um instrumento como o emasculador para esmagamento e corte.
4. Remoção do testículo: O emasculador deve permanecer por 2 a 5 minutos para evitar sangramentos.
5. Drenagem aberta: A incisão não é suturada para permitir a drenagem de líquidos e evitar infecções.
• Escolha do local: Deve ser limpo, plano e livre de obstáculos. Evitar solo lamacento ou empoeirado para minimizar infecções.
• Jejum: Recomenda-se jejum alimentar de 6 a 12 horas e hídrico de 4 horas antes da anestesia.
• Avaliação pré-cirúrgica: Verificar estado de saúde geral, histórico médico e presença de patologias.
2. Contenção do equino
• Pode ser realizada em estação (com o animal em pé) ou em decúbito (deitado), dependendo da técnica e da anestesia escolhida.
• Contenção física: Uso de cabresto, cordas e torção de orelha ou lábio superior para minimizar movimentos.
• Sedação: Administração de tranquilizantes como xilazina ou detomidina para reduzir o estresse.
3. Anestesia
• Local: Lidocaína infiltrativa no cordão espermático e na pele escrotal (usada geralmente em castração em estação).
• Geral: Associada a relaxantes musculares como xilazina e anestésicos como cetamina para castração em decúbito.
4. Técnica Cirúrgica
Abertas (mais comuns em campo)
1. Incisão escrotal: Feita sobre cada testículo.
2. Exposição do testículo e do cordão espermático.
3. Ligadura ou esmagamento do cordão espermático: Utiliza-se um instrumento como o emasculador para esmagamento e corte.
4. Remoção do testículo: O emasculador deve permanecer por 2 a 5 minutos para evitar sangramentos.
5. Drenagem aberta: A incisão não é suturada para permitir a drenagem de líquidos e evitar infecções.
Número de Estudantes Participantes45
Outros Participantes EnvolvidosNão
🌍 Impacto Econômico / Social / Ambiental
Impacto Social EsperadoA ação extensionista promoveu aproximação entre universidade e comunidade, ao atender uma demanda real de produtores rurais. A castração de animais criptorquidas contribui para o controle reprodutivo responsável, prevenindo a transmissão de características genéticas indesejáveis e reduzindo comportamentos agressivos associados à produção de testosterona.
Além disso, a orientação prestada ao tutor sobre manejo, bem-estar animal e cuidados pós-operatórios fortaleceu a conscientização quanto à guarda responsável e à importância da assistência veterinária qualificada. Para os alunos, a vivência prática ampliou a formação ética e humanística, estimulando a responsabilidade social do futuro profissional.
Além disso, a orientação prestada ao tutor sobre manejo, bem-estar animal e cuidados pós-operatórios fortaleceu a conscientização quanto à guarda responsável e à importância da assistência veterinária qualificada. Para os alunos, a vivência prática ampliou a formação ética e humanística, estimulando a responsabilidade social do futuro profissional.
Impacto Econômico EsperadoEconomicamente, a castração de um equino criptorquida agrega valor ao manejo da propriedade. Animais castrados tendem a apresentar comportamento mais dócil, facilitando o manejo, reduzindo riscos de acidentes e aumentando a segurança dos trabalhadores. Ademais, evita-se a reprodução de animais com predisposição genética à criptorquidia, prevenindo prejuízos futuros ao plantel.
A atuação extensionista também reduz custos indiretos ao produtor, ao proporcionar orientação técnica adequada, diminuindo riscos de complicações pós-operatórias e perdas produtivas. Para os estudantes, a experiência prática amplia a qualificação profissional, aumentando a empregabilidade e a capacidade de atuação no mercado de trabalho.
A atuação extensionista também reduz custos indiretos ao produtor, ao proporcionar orientação técnica adequada, diminuindo riscos de complicações pós-operatórias e perdas produtivas. Para os estudantes, a experiência prática amplia a qualificação profissional, aumentando a empregabilidade e a capacidade de atuação no mercado de trabalho.
Impacto Ambiental EsperadoDo ponto de vista ambiental, o controle reprodutivo contribui para evitar a superpopulação e o manejo inadequado de animais, reduzindo pressão sobre recursos naturais como pastagens e água. Em propriedades rurais, a manutenção de plantéis equilibrados favorece o uso sustentável do solo e diminui riscos de degradação ambiental.
A prática também reforçou a importância do descarte correto de resíduos biológicos e materiais perfurocortantes, além do uso racional de fármacos, minimizando impactos ambientais relacionados à atividade médico-veterinária.
A prática também reforçou a importância do descarte correto de resíduos biológicos e materiais perfurocortantes, além do uso racional de fármacos, minimizando impactos ambientais relacionados à atividade médico-veterinária.
📍 Local da Atividade
Atividade Fora do Campus?Sim
CidadeJaciara
Estado (UF)MT
Instituição/Local VisitadoFazenda Escola Flor de Lotus
Endereço CompletoFazenda Escola Flor de Lotus
Responsável pelo RecebimentoWaleska Marques da Silva
Contato do Responsável35991420052
E-mail do Responsávelwaleska@eduvalesl.edu.br
🏢 Local de Execução (NULAB)
Fazenda Escola• Equoterapia
Outro Local (especificado)Fazenda Escola - Flor de Lótus
Empresa Privada - NomeEDUVALE UNIVERSIDADE DO VALE DO SÂO LOURENÇO
Empresa Privada - Telefone35991420056
📅 Data e Horários
Data Proposta da Atividade2026-02-28
Horário de Início07:00
Horário Previsto de Término11:00
Observações sobre CronogramaNão haverá intervalos
🚌 Transporte
Necessita Transporte?Sim
Local de EmbarqueIES
Local de DesembarqueIES
Horário de Embarque07:30
Horário de Desembarque11:00
Motoristaa critério da IES
Zona de DeslocamentoZona Rural
Qtd. Alunos no Transporte45
👥 Organização e Participantes
Outros Participantes EnvolvidosNão
Monitor Responsável pela Mídianao
Alunos Monitores de Suporteainda não escolhemos - primeira aula de extensão do semestre
Texto para Divulgação🐎✨ Da sala de aula ao campo: vivendo a Medicina Veterinária na prática!
🧠 🔬 Para o 3º semestre: consolidação do conhecimento
Já para os alunos do 3º semestre, que começam a aprofundar conteúdos como anatomia aplicada, fisiologia reprodutiva e técnicas cirúrgicas:
🔹 A prática reforça o raciocínio clínico
🔹 Permite visualizar estruturas estudadas em sala
🔹 Desenvolve postura profissional
🔹 Trabalha biossegurança e responsabilidade técnica
🔹 Estimula pensamento crítico e tomada de decisão
Aqui, a teoria ganha forma. O aprendizado se torna concreto.
📚 🩺 Para o 1º semestre: despertar e conexão com a profissão
Para quem está começando a graduação, participar ou acompanhar uma prática como essa:
🔹 Conecta o aluno com a realidade do campo
🔹 Mostra a importância da anatomia desde o início do curso
🔹 Desperta o interesse pelas áreas de grandes animais
🔹 Motiva os estudos básicos (biologia, morfologia, fisiologia)
🔹 Fortalece o sentimento de pertencimento à profissão
É nesse momento que o estudante deixa de ver a veterinária apenas no papel e começa a enxergar sua futura atuação.
🧠 🔬 Para o 3º semestre: consolidação do conhecimento
Já para os alunos do 3º semestre, que começam a aprofundar conteúdos como anatomia aplicada, fisiologia reprodutiva e técnicas cirúrgicas:
🔹 A prática reforça o raciocínio clínico
🔹 Permite visualizar estruturas estudadas em sala
🔹 Desenvolve postura profissional
🔹 Trabalha biossegurança e responsabilidade técnica
🔹 Estimula pensamento crítico e tomada de decisão
Aqui, a teoria ganha forma. O aprendizado se torna concreto.
📚 🩺 Para o 1º semestre: despertar e conexão com a profissão
Para quem está começando a graduação, participar ou acompanhar uma prática como essa:
🔹 Conecta o aluno com a realidade do campo
🔹 Mostra a importância da anatomia desde o início do curso
🔹 Desperta o interesse pelas áreas de grandes animais
🔹 Motiva os estudos básicos (biologia, morfologia, fisiologia)
🔹 Fortalece o sentimento de pertencimento à profissão
É nesse momento que o estudante deixa de ver a veterinária apenas no papel e começa a enxergar sua futura atuação.
📰 Publicidade
Canais de Publicidade SolicitadosCobertura Foto/Vídeo
🖥️ Recursos Necessários
Precisa de Recursos Didáticos/Tecnológicos?Não
Recursos Solicitados📸 Registro Fotográfico
📹 Registro e Divulgação
Registro Audiovisual?Sim
Autoriza Divulgação Institucional?Sim
Responsável pelo Registro e RelatórioMidias
🏅 Avaliação e Certificação
Haverá Avaliação dos Aprendizados? Como? Relatório em grupo dos alunos 1 semestre: Objetivo: Comparar anatomia normal × anatomia do animal criptorquida.
Atividade:
Descrever o trajeto fisiológico de descida testicular.
Explicar em que ponto ocorre a falha na criptorquidia.
Relacionar com implicações hormonais e comportamentais.
3 semestre Protocolo anestésico comentado
Objetivo: Compreender a escolha dos fármacos utilizados.
Atividade:
Listar os fármacos utilizados (ex.: sedativo, anestésico geral, analgésico, anti-inflamatório).
Classificar cada um quanto à:
Classe farmacológica
Mecanismo de ação
Dose utilizada
Via de administração
Produto final:
Tabela farmacológica comentada.
Atividade:
Descrever o trajeto fisiológico de descida testicular.
Explicar em que ponto ocorre a falha na criptorquidia.
Relacionar com implicações hormonais e comportamentais.
3 semestre Protocolo anestésico comentado
Objetivo: Compreender a escolha dos fármacos utilizados.
Atividade:
Listar os fármacos utilizados (ex.: sedativo, anestésico geral, analgésico, anti-inflamatório).
Classificar cada um quanto à:
Classe farmacológica
Mecanismo de ação
Dose utilizada
Via de administração
Produto final:
Tabela farmacológica comentada.
Haverá Socialização dos Aprendizados? Como?A atividade extensionista referente ao acompanhamento da castração de equino criptorquida prevê a socialização sistematizada dos conhecimentos adquiridos, em consonância com os princípios da extensão universitária, que preconizam a interação dialógica entre universidade e comunidade.
A socialização ocorrerá quando os alunos com base nos ensinamentos é levado para fora da sala de aula, quando nossos alunos levam as informações para a comunidade contemplando esclarecimentos acerca da criptorquidia, indicação cirúrgica, manejo pós-operatório, identificação de possíveis complicações e medidas preventivas. Essa devolutiva técnica promove educação sanitária, manejo responsável e fortalecimento do vínculo entre instituição de ensino e sociedade.
No âmbito acadêmico, os estudantes participantes realizarão momento de discussão clínica supervisionada, com apresentação do caso, descrição da técnica empregada, análise do protocolo anestésico e avaliação dos aspectos anatômicos e farmacológicos envolvidos. Essa etapa favorece a consolidação do conhecimento interdisciplinar e estimula o desenvolvimento do raciocínio crítico.
Dessa forma, a socialização dos aprendizados assegura que a prática extensionista transcenda o procedimento técnico, configurando-se como ação educativa, social e formativa, alinhada aos objetivos de responsabilidade social, qualificação profissional e promoção do desenvolvimento sustentável no meio rural.
A socialização ocorrerá quando os alunos com base nos ensinamentos é levado para fora da sala de aula, quando nossos alunos levam as informações para a comunidade contemplando esclarecimentos acerca da criptorquidia, indicação cirúrgica, manejo pós-operatório, identificação de possíveis complicações e medidas preventivas. Essa devolutiva técnica promove educação sanitária, manejo responsável e fortalecimento do vínculo entre instituição de ensino e sociedade.
No âmbito acadêmico, os estudantes participantes realizarão momento de discussão clínica supervisionada, com apresentação do caso, descrição da técnica empregada, análise do protocolo anestésico e avaliação dos aspectos anatômicos e farmacológicos envolvidos. Essa etapa favorece a consolidação do conhecimento interdisciplinar e estimula o desenvolvimento do raciocínio crítico.
Dessa forma, a socialização dos aprendizados assegura que a prática extensionista transcenda o procedimento técnico, configurando-se como ação educativa, social e formativa, alinhada aos objetivos de responsabilidade social, qualificação profissional e promoção do desenvolvimento sustentável no meio rural.
Avaliação do Evento pelos Participantes?Sim
Avaliação Específica para Egressos?Sim
🛡️ Custos e Segurança
Há Custos Envolvidos?Não, os professores doarão os materiais a serem usados e os anestésicos, fio de sutura.
Fonte de CusteioIES - Transporte
Local tem Boa Acessibilidade?Sim
💡 Ensino Inovador
Utiliza Metodologias Ativas? Quais?Não aplicável- atividade prática
Produto Educacional PrevistoNão aplicável- atividade prática
Como os Estudantes serão Protagonistas?Não aplicável- atividade prática
🎓 Certificação e Modalidade
Autoriza Divulgação Institucional?Sim
👥 Específico - Extensão
Qual demanda social será atendida?Uso do equino na Equoterapia
Quais os impactos esperados na comunidade?Mais animais podendo atender os praticantes de equoterapia
Haverá devolutiva social? Qual?não
Conexão com ODS/ONU (se houver)Sim, a castração de um cavalo criptorquida pode ter conexão direta e indireta com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Abaixo explico como essa prática pode se relacionar com alguns ODS relevantes:
🎯 ODS 3 – Saúde e Bem-Estar
A criptorquidia pode predispor o animal a:
Torções testiculares
Neoplasias
Alterações hormonais e comportamentais
A castração promove:
Melhora do bem-estar animal
Redução de dor e riscos futuros
Manejo mais seguro
Além disso, reduz riscos de acidentes envolvendo tratadores, contribuindo também para a segurança humana.
🎯 ODS 4 – Educação de Qualidade
Quando realizada como atividade de extensão universitária, a prática:
Fortalece a formação técnica e ética dos estudantes
Integra teoria e prática
Desenvolve responsabilidade social
A vivência prática amplia competências profissionais e promove aprendizado baseado em situações reais.
🎯 ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis
A castração contribui para:
Controle reprodutivo responsável
Prevenção da disseminação genética da criptorquidia
Planejamento adequado do plantel
Isso favorece uma produção animal mais sustentável e tecnicamente orientada.
🎯 ODS 15 – Vida Terrestre
Ao evitar superpopulação e manejo inadequado:
Reduz pressão sobre pastagens
Favorece equilíbrio do uso do solo
Contribui para manejo sustentável da propriedade rural
🎯 ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico
Animais castrados apresentam:
Menor agressividade
Maior facilidade de manejo
Redução de acidentes de trabalho
Isso melhora as condições de trabalho no meio rural e reduz prejuízos econômicos.
A castração de um cavalo criptorquida não é apenas um procedimento clínico, mas pode estar alinhada a vários ODS, especialmente quando inserida em contexto de:
Extensão universitária
Manejo responsável
Promoção de bem-estar animal
Sustentabilidade rural
Abaixo explico como essa prática pode se relacionar com alguns ODS relevantes:
🎯 ODS 3 – Saúde e Bem-Estar
A criptorquidia pode predispor o animal a:
Torções testiculares
Neoplasias
Alterações hormonais e comportamentais
A castração promove:
Melhora do bem-estar animal
Redução de dor e riscos futuros
Manejo mais seguro
Além disso, reduz riscos de acidentes envolvendo tratadores, contribuindo também para a segurança humana.
🎯 ODS 4 – Educação de Qualidade
Quando realizada como atividade de extensão universitária, a prática:
Fortalece a formação técnica e ética dos estudantes
Integra teoria e prática
Desenvolve responsabilidade social
A vivência prática amplia competências profissionais e promove aprendizado baseado em situações reais.
🎯 ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis
A castração contribui para:
Controle reprodutivo responsável
Prevenção da disseminação genética da criptorquidia
Planejamento adequado do plantel
Isso favorece uma produção animal mais sustentável e tecnicamente orientada.
🎯 ODS 15 – Vida Terrestre
Ao evitar superpopulação e manejo inadequado:
Reduz pressão sobre pastagens
Favorece equilíbrio do uso do solo
Contribui para manejo sustentável da propriedade rural
🎯 ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico
Animais castrados apresentam:
Menor agressividade
Maior facilidade de manejo
Redução de acidentes de trabalho
Isso melhora as condições de trabalho no meio rural e reduz prejuízos econômicos.
A castração de um cavalo criptorquida não é apenas um procedimento clínico, mas pode estar alinhada a vários ODS, especialmente quando inserida em contexto de:
Extensão universitária
Manejo responsável
Promoção de bem-estar animal
Sustentabilidade rural
Haverá publicação científica? Onde?Praticas exitosas
📋 Outros Campos Preenchidos
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Local id3
Locais fazenda escolaEquoterapia
Descricao atividade cronogramaCastração na Fazenda escola
📋 Evidências Pós-Atividade
Número de Presentes57
Ocorrências durante a AtividadeNão houveram ocorrências durante a atividade.
Relato para o Caderno de PráticasVivendo a Medicina Veterinária na Prática
Equino criptorquida a castração sempre necessária.
Waleska Marques da Silva- Coordenadora do Curso de Medicina Veterinária, profa de anatomia dos animais domésticos e prof de extensão do terceiro semestre de medicina veterinária.
Thayanne Caroline Pereira Munhoz Gonçalves– Profa de Extensão do primeiro semestre de Medicina Veterinária e profa de farmacologia do terceiro semestre.
A prática realizada para o primeiro semestre e terceiro semestre do curso de Medicina Veterinária representou um momento marcante na formação acadêmica dos estudantes, ao proporcionar o contato direto com um procedimento cirúrgico essencial: a castração de um equino criptorquida em ambiente de campo, na Fazenda Escola Flor de Lótus. Essa vivência permitiu integrar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula com a realidade prática da profissão, fortalecendo a compreensão sobre manejo, bem-estar animal e técnicas cirúrgicas.
O objetivo geral da atividade foi apresentar aos estudantes, de forma prática e aplicada, a realização de uma castração, evidenciando todas as etapas do procedimento, desde a contenção do animal até os cuidados pós-operatórios. A experiência foi conduzida de maneira didática, permitindo que os alunos observassem atentamente cada detalhe, compreendendo a importância da assepsia, da escolha adequada dos materiais e da atuação segura do médico veterinário.
Como objetivos específicos, destacou-se a realização da prática a campo, o que trouxe desafios e aprendizados adicionais, como a adaptação às condições ambientais e o uso de técnicas apropriadas para esse contexto. Além disso, os estudantes puderam entender melhor as particularidades da criptorquidia em equinos, condição em que um ou ambos os testículos não descem para a bolsa escrotal, exigindo maior atenção e habilidade durante o procedimento cirúrgico.
Complementando a atividade prática, houve também a necessidade de os alunos realizarem pesquisas prévias sobre as condições de um animal criptorquida e sua viabilidade dentro de um sistema produtivo, especialmente em ambiente de fazenda. Essa investigação não se limitou aos equinos, abrangendo também outras espécies de interesse zootécnico e clínico, como bovinos, cães e gatos. Dessa forma, os estudantes puderam compreender as implicações reprodutivas, sanitárias e econômicas da criptorquidia, avaliando a importância da castração tanto para o bem-estar animal quanto para o manejo adequado em diferentes contextos.
Além disso, os alunos do terceiro semestre tiveram a oportunidade de aplicar, na prática, conhecimentos adquiridos em disciplinas já cursadas, especialmente no que se refere ao cálculo de dosagem de anestésicos utilizados durante o procedimento, bem como à definição e compreensão das medicações pós-cirúrgicas. Esses conteúdos, trabalhados ao longo do terceiro semestre de Medicina Veterinária, foram fundamentais para que os estudantes pudessem acompanhar o raciocínio clínico envolvido na escolha dos fármacos e suas respectivas doses, promovendo uma integração entre diferentes etapas da formação acadêmica.
Dessa forma, a atividade contribuiu significativamente para a formação dos acadêmicos, despertando o senso crítico, a responsabilidade profissional e o interesse pela área de clínica e cirurgia de grandes animais. A experiência prática, aliada à pesquisa teórica e à aplicação de conhecimentos farmacológicos, mostrou-se fundamental para consolidar o aprendizado e preparar os futuros médicos veterinários para os desafios da profissão.
Equino criptorquida a castração sempre necessária.
Waleska Marques da Silva- Coordenadora do Curso de Medicina Veterinária, profa de anatomia dos animais domésticos e prof de extensão do terceiro semestre de medicina veterinária.
Thayanne Caroline Pereira Munhoz Gonçalves– Profa de Extensão do primeiro semestre de Medicina Veterinária e profa de farmacologia do terceiro semestre.
A prática realizada para o primeiro semestre e terceiro semestre do curso de Medicina Veterinária representou um momento marcante na formação acadêmica dos estudantes, ao proporcionar o contato direto com um procedimento cirúrgico essencial: a castração de um equino criptorquida em ambiente de campo, na Fazenda Escola Flor de Lótus. Essa vivência permitiu integrar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula com a realidade prática da profissão, fortalecendo a compreensão sobre manejo, bem-estar animal e técnicas cirúrgicas.
O objetivo geral da atividade foi apresentar aos estudantes, de forma prática e aplicada, a realização de uma castração, evidenciando todas as etapas do procedimento, desde a contenção do animal até os cuidados pós-operatórios. A experiência foi conduzida de maneira didática, permitindo que os alunos observassem atentamente cada detalhe, compreendendo a importância da assepsia, da escolha adequada dos materiais e da atuação segura do médico veterinário.
Como objetivos específicos, destacou-se a realização da prática a campo, o que trouxe desafios e aprendizados adicionais, como a adaptação às condições ambientais e o uso de técnicas apropriadas para esse contexto. Além disso, os estudantes puderam entender melhor as particularidades da criptorquidia em equinos, condição em que um ou ambos os testículos não descem para a bolsa escrotal, exigindo maior atenção e habilidade durante o procedimento cirúrgico.
Complementando a atividade prática, houve também a necessidade de os alunos realizarem pesquisas prévias sobre as condições de um animal criptorquida e sua viabilidade dentro de um sistema produtivo, especialmente em ambiente de fazenda. Essa investigação não se limitou aos equinos, abrangendo também outras espécies de interesse zootécnico e clínico, como bovinos, cães e gatos. Dessa forma, os estudantes puderam compreender as implicações reprodutivas, sanitárias e econômicas da criptorquidia, avaliando a importância da castração tanto para o bem-estar animal quanto para o manejo adequado em diferentes contextos.
Além disso, os alunos do terceiro semestre tiveram a oportunidade de aplicar, na prática, conhecimentos adquiridos em disciplinas já cursadas, especialmente no que se refere ao cálculo de dosagem de anestésicos utilizados durante o procedimento, bem como à definição e compreensão das medicações pós-cirúrgicas. Esses conteúdos, trabalhados ao longo do terceiro semestre de Medicina Veterinária, foram fundamentais para que os estudantes pudessem acompanhar o raciocínio clínico envolvido na escolha dos fármacos e suas respectivas doses, promovendo uma integração entre diferentes etapas da formação acadêmica.
Dessa forma, a atividade contribuiu significativamente para a formação dos acadêmicos, despertando o senso crítico, a responsabilidade profissional e o interesse pela área de clínica e cirurgia de grandes animais. A experiência prática, aliada à pesquisa teórica e à aplicação de conhecimentos farmacológicos, mostrou-se fundamental para consolidar o aprendizado e preparar os futuros médicos veterinários para os desafios da profissão.
Lista de Presençafoto anexa
Relatório da AtividadePerguntas sobre aula prática: Castração na Fazenda Flor de Lotus.
1️) O que é um animal criptorquida?
2) Um cavalo criptorquida pode emprenhar uma équa?
3) É viável manter em uma fazenda um touro criptorquida? Por que?
4) Depois de uma castração um caos pode fazer a monta em cadelas?
5) As estruturas testiculares são as mesmas em cães, cavalos, bovinos, elefantes?
O que é a castração em equinos?
Qual o objetivo da castração?
Quais cuidados devem ser tomados antes da castração?
Cálculo de dose
Dados do animal
Peso do cavalo: ____ kg
Responda:
A dose de xilazina é 0.5 a 1.1 mg/kg.
Quantos mg o animal deve receber?
Quantos mL devem ser aplicados se a concentração for 100 mg/mL?
A dose de cetamina é 2,2 mg/kg.
Calcule a dose total.
O antibiótico recomendado é 20.000 UI/kg de penicilina.
Calcule a dose total.
O anti-inflamatório flunixin é 1,1 mg/kg.
Para que serve a xilazina na castração?
Qual a função da cetamina?
Por que é importante usar antibiótico?
Para que serve o anti-inflamatório?
O que pode acontecer se a dose for calculada errado?
1️) O que é um animal criptorquida?
2) Um cavalo criptorquida pode emprenhar uma équa?
3) É viável manter em uma fazenda um touro criptorquida? Por que?
4) Depois de uma castração um caos pode fazer a monta em cadelas?
5) As estruturas testiculares são as mesmas em cães, cavalos, bovinos, elefantes?
O que é a castração em equinos?
Qual o objetivo da castração?
Quais cuidados devem ser tomados antes da castração?
Cálculo de dose
Dados do animal
Peso do cavalo: ____ kg
Responda:
A dose de xilazina é 0.5 a 1.1 mg/kg.
Quantos mg o animal deve receber?
Quantos mL devem ser aplicados se a concentração for 100 mg/mL?
A dose de cetamina é 2,2 mg/kg.
Calcule a dose total.
O antibiótico recomendado é 20.000 UI/kg de penicilina.
Calcule a dose total.
O anti-inflamatório flunixin é 1,1 mg/kg.
Para que serve a xilazina na castração?
Qual a função da cetamina?
Por que é importante usar antibiótico?
Para que serve o anti-inflamatório?
O que pode acontecer se a dose for calculada errado?
Relatório das Práticas ExitosasVivendo a Medicina Veterinária na Prática
Equino criptorquida a castração sempre necessária.
Waleska Marques da Silva- Coordenadora do Curso de Medicina Veterinária, profa de anatomia dos animais domésticos e prof de extensão do terceiro semestre de medicina veterinária...
Thayanne Caroline Pereira Munhoz Gonçalves– Profa de Extensão do primeiro semestre de Medicina Veterinária e profa de farmacologia do terceiro semestre.
A prática realizada para o primeiro semestre e terceiro semestre do curso de Medicina Veterinária representou um momento marcante na formação acadêmica dos estudantes, ao proporcionar o contato direto com um procedimento cirúrgico essencial: a castração de um equino criptorquida em ambiente de campo, na Fazenda Escola Flor de Lótus. Essa vivência permitiu integrar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula com a realidade prática da profissão, fortalecendo a compreensão sobre manejo, bem-estar animal e técnicas cirúrgicas.
O objetivo geral da atividade foi apresentar aos estudantes, de forma prática e aplicada, a realização de uma castração, evidenciando todas as etapas do procedimento, desde a contenção do animal até os cuidados pós-operatórios. A experiência foi conduzida de maneira didática, permitindo que os alunos observassem atentamente cada detalhe, compreendendo a importância da assepsia, da escolha adequada dos materiais e da atuação segura do médico veterinário.
Como objetivos específicos, destacou-se a realização da prática a campo, o que trouxe desafios e aprendizados adicionais, como a adaptação às condições ambientais e o uso de técnicas apropriadas para esse contexto. Além disso, os estudantes puderam entender melhor as particularidades da criptorquidia em equinos, condição em que um ou ambos os testículos não descem para a bolsa escrotal, exigindo maior atenção e habilidade durante o procedimento cirúrgico.
Complementando a atividade prática, houve também a necessidade de os alunos realizarem pesquisas prévias sobre as condições de um animal criptorquida e sua viabilidade dentro de um sistema produtivo, especialmente em ambiente de fazenda. Essa investigação não se limitou aos equinos, abrangendo também outras espécies de interesse zootécnico e clínico, como bovinos, cães e gatos. Dessa forma, os estudantes puderam compreender as implicações reprodutivas, sanitárias e econômicas da criptorquidia, avaliando a importância da castração tanto para o bem-estar animal quanto para o manejo adequado em diferentes contextos.
Além disso, os alunos do terceiro semestre tiveram a oportunidade de aplicar, na prática, conhecimentos adquiridos em disciplinas já cursadas, especialmente no que se refere ao cálculo de dosagem de anestésicos utilizados durante o procedimento, bem como à definição e compreensão das medicações pós-cirúrgicas. Esses conteúdos, trabalhados ao longo do terceiro semestre de Medicina Veterinária, foram fundamentais para que os estudantes pudessem acompanhar o raciocínio clínico envolvido na escolha dos fármacos e suas respectivas doses, promovendo uma integração entre diferentes etapas da formação acadêmica.
Dessa forma, a atividade contribuiu significativamente para a formação dos acadêmicos, despertando o senso crítico, a responsabilidade profissional e o interesse pela área de clínica e cirurgia de grandes animais. A experiência prática, aliada à pesquisa teórica e à aplicação de conhecimentos farmacológicos, mostrou-se fundamental para consolidar o aprendizado e preparar os futuros médicos veterinários para os desafios da profissão.
Equino criptorquida a castração sempre necessária.
Waleska Marques da Silva- Coordenadora do Curso de Medicina Veterinária, profa de anatomia dos animais domésticos e prof de extensão do terceiro semestre de medicina veterinária...
Thayanne Caroline Pereira Munhoz Gonçalves– Profa de Extensão do primeiro semestre de Medicina Veterinária e profa de farmacologia do terceiro semestre.
A prática realizada para o primeiro semestre e terceiro semestre do curso de Medicina Veterinária representou um momento marcante na formação acadêmica dos estudantes, ao proporcionar o contato direto com um procedimento cirúrgico essencial: a castração de um equino criptorquida em ambiente de campo, na Fazenda Escola Flor de Lótus. Essa vivência permitiu integrar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula com a realidade prática da profissão, fortalecendo a compreensão sobre manejo, bem-estar animal e técnicas cirúrgicas.
O objetivo geral da atividade foi apresentar aos estudantes, de forma prática e aplicada, a realização de uma castração, evidenciando todas as etapas do procedimento, desde a contenção do animal até os cuidados pós-operatórios. A experiência foi conduzida de maneira didática, permitindo que os alunos observassem atentamente cada detalhe, compreendendo a importância da assepsia, da escolha adequada dos materiais e da atuação segura do médico veterinário.
Como objetivos específicos, destacou-se a realização da prática a campo, o que trouxe desafios e aprendizados adicionais, como a adaptação às condições ambientais e o uso de técnicas apropriadas para esse contexto. Além disso, os estudantes puderam entender melhor as particularidades da criptorquidia em equinos, condição em que um ou ambos os testículos não descem para a bolsa escrotal, exigindo maior atenção e habilidade durante o procedimento cirúrgico.
Complementando a atividade prática, houve também a necessidade de os alunos realizarem pesquisas prévias sobre as condições de um animal criptorquida e sua viabilidade dentro de um sistema produtivo, especialmente em ambiente de fazenda. Essa investigação não se limitou aos equinos, abrangendo também outras espécies de interesse zootécnico e clínico, como bovinos, cães e gatos. Dessa forma, os estudantes puderam compreender as implicações reprodutivas, sanitárias e econômicas da criptorquidia, avaliando a importância da castração tanto para o bem-estar animal quanto para o manejo adequado em diferentes contextos.
Além disso, os alunos do terceiro semestre tiveram a oportunidade de aplicar, na prática, conhecimentos adquiridos em disciplinas já cursadas, especialmente no que se refere ao cálculo de dosagem de anestésicos utilizados durante o procedimento, bem como à definição e compreensão das medicações pós-cirúrgicas. Esses conteúdos, trabalhados ao longo do terceiro semestre de Medicina Veterinária, foram fundamentais para que os estudantes pudessem acompanhar o raciocínio clínico envolvido na escolha dos fármacos e suas respectivas doses, promovendo uma integração entre diferentes etapas da formação acadêmica.
Dessa forma, a atividade contribuiu significativamente para a formação dos acadêmicos, despertando o senso crítico, a responsabilidade profissional e o interesse pela área de clínica e cirurgia de grandes animais. A experiência prática, aliada à pesquisa teórica e à aplicação de conhecimentos farmacológicos, mostrou-se fundamental para consolidar o aprendizado e preparar os futuros médicos veterinários para os desafios da profissão.
Link da Avaliaçãohttps://www.instagram.com/reel/DVg34V5j-vF/?igsh=aXY5c3UwMzl0d3E0
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