A palestra “O impacto da Reforma Tributária nos Pequenos Negócios” promoveu integração entre os cursos de Ciências Contábeis e Direito e a comunidade externa, abordando mudanças jurídicas e contábeis relevantes. A atividade fortaleceu a formação crítica dos alunos, aproximou empresários e profissionais da faculdade e contribuiu para o desenvolvimento regional ao disseminar informações atualizadas.
Discutir as principais mudanças da Reforma Tributária e seus impactos práticos para empresas, cidadãos e profissionais, estimulando análise crítica e interdisciplinar entre Direito e Ciências Contábeis.
O evento foi estruturado em etapas: organização prévia com cronograma e divulgação; abertura oficial com apresentação dos cursos e parceiros; palestra expositiva conduzida por uma especialista do SEBRAE; debate interativo com estudantes e comunidade externa; registro audiovisual e elaboração de relatório reflexivo. Essa metodologia garantiu participação ativa, integração entre áreas e protagonismo estudantil.
Os docentes destacaram a relevância acadêmica e social da atividade, que fortaleceu a interdisciplinaridade e a atualização profissional. Os discentes relataram maior segurança para compreender e orientar sobre os impactos da Reforma Tributária, além de desenvolver competências de comunicação e análise crítica. A comunidade externa valorizou o espaço de troca de experiências e esclarecimentos, reforçando a parceria entre faculdade, empresários e entidades locais.
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A atividade teve grande relevância acadêmica, social e profissional, pois permitiu aos estudantes conhecerem de forma concreta o funcionamento do agronegócio, compreendendo os desafios existentes tanto dentro da porteira quanto fora da porteira. Essa vivência ampliou a compreensão dos acadêmicos sobre a importância econômica e social do setor agropecuário para Mato Grosso e para o Brasil. Além disso, a aproximação com produtores, cooperativas e profissionais da área fortaleceu o vínculo entre a instituição de ensino e a comunidade, incentivando a formação de profissionais mais preparados para atuar de maneira ética, crítica e responsável.
Promover a integração entre teoria e prática por meio da pesquisa de campo no setor do agronegócio, possibilitando aos acadêmicos do 9º semestre do curso de Direito a compreensão dos aspectos jurídicos, econômicos, comerciais e logísticos relacionados à atividade rural e à cadeia produtiva do agronegócio regional.
O projeto será desenvolvido por meio de atividades práticas e pesquisas de campo realizadas pelos acadêmicos do 9º semestre do curso de Direito, organizados em grupos. Cada grupo deverá selecionar um produtor rural, cooperativa ou empresa do agronegócio da região ou do Estado de Mato Grosso para realizar levantamento de informações sobre produção, comercialização, logística, contratos, riscos e desafios enfrentados no setor. A pesquisa será realizada por meio de entrevistas (presencial ou online), análise de sites, notícias, redes sociais e demais fontes relacionadas ao agronegócio. Após a coleta de dados, os estudantes deverão elaborar análise crítica dos problemas encontrados e apresentar possíveis soluções jurídicas, econômicas.
O projeto alcançou seus objetivos ao proporcionar aos acadêmicos contato direto com a realidade do agronegócio por meio de entrevistas e visita à Comajul, produtores de banana, piscicultores e profissionais da agronomia. Os estudantes identificaram desafios relacionados à produção, comercialização, logística e gestão rural, propondo possíveis soluções para os problemas observados. Um resultado relevante foi a constatação de que muitos produtores desconheciam a importância da atuação do profissional do Direito no agronegócio. A atividade fortaleceu a integração entre teoria e prática, ampliou a compreensão sobre os desafios dentro e fora da porteira e contribuiu para a formação de profissionais mais críticos.
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O Debate Jurídico Interdisciplinar promove a integração entre as disciplinas de Direito Administrativo II e Direito Processual Civil III, proporcionando aos acadêmicos do 5º semestre a análise crítica dos temas agentes políticos e execução no processo civil. A atividade estimula a pesquisa, a argumentação jurídica, a oralidade e o trabalho em equipe, aproximando teoria e prática por meio de debates fundamentados. Sua importância reside no fortalecimento das competências essenciais à formação do futuro profissional do Direito, incentivando o pensamento crítico, a ética e a compreensão dos desafios da atuação jurídica contemporânea.
Promover um debate jurídico interdisciplinar sobre os temas Agentes Políticos e Execução no Processo Civil Brasileiro, integrando conhecimentos de Direito Administrativo e Direito Processual Civil, com o objetivo de desenvolver o pensamento crítico, a argumentação jurídica, a oralidade e a capacidade de análise dos acadêmicos, aproximando a teoria da prática profissional.
A atividade foi desenvolvida por meio de metodologias ativas, utilizando debate jurídico, pesquisa colaborativa, estudo de casos e exposição dialogada. Os acadêmicos realizaram pesquisas sobre os temas propostos, organizaram argumentos jurídicos e participaram de debates mediados pelos professores, fundamentando suas posições na legislação, doutrina e jurisprudência. A metodologia privilegiou a participação ativa dos estudantes, o trabalho em equipe, a integração entre teoria e prática e a construção coletiva do conhecimento, promovendo o desenvolvimento da argumentação, da oralidade e do pensamento crítico.
A atividade atingiu os objetivos propostos, promovendo a integração entre as disciplinas de Direito Administrativo II e Direito Processual Civil III e fortalecendo a formação acadêmica dos estudantes. Os participantes demonstraram domínio dos temas, capacidade de argumentação, pensamento crítico e envolvimento nas discussões, evidenciando o desenvolvimento da oralidade, da pesquisa e do trabalho em equipe. O debate proporcionou a aproximação entre teoria e prática, estimulando reflexões sobre a atuação dos agentes políticos e os mecanismos de efetivação da tutela jurisdicional. Conclui-se que a atividade contribuiu significativamente para a formação jurídica dos acadêmicos, incentivando uma postura ética, crítica e comprometida com os desaf
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A atividade realizada durante a campanha Abril Laranja na Faculdade Eduvale reuniu os cursos de Medicina Veterinária, Zootecnia e Direito em um momento de aprendizado e reflexão sobre a prevenção dos maus-tratos aos animais. O evento contou com a participação do grupo de trabalho da Assembleia Legislativa de Mato Grosso voltado à causa animal, promovendo um debate interdisciplinar e enriquecedor. Os alunos puderam compreender melhor a legislação vigente e discutir políticas públicas voltadas à proteção animal, fortalecendo a consciência crítica e o compromisso com o bem-estar animal e a ética profissional.
Promover a conscientização dos acadêmicos sobre a prevenção dos maus-tratos aos animais, ampliando o conhecimento sobre a legislação e incentivando a discussão de políticas públicas, além de estimular a atuação responsável dos futuros profissionais na defesa dos direitos dos animais.
A atividade foi desenvolvida por meio de um debate com o grupo de trabalho da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, envolvendo a participação ativa dos estudantes dos cursos de Medicina Veterinária, Zootecnia e Direito. Foram abordados temas como legislação de proteção animal, responsabilidades legais e sociais, e a construção de políticas públicas, permitindo interação, troca de conhecimentos e esclarecimento de dúvidas.
O evento proporcionou maior entendimento dos alunos sobre os direitos dos animais e as implicações legais dos maus-tratos. Houve engajamento significativo dos participantes, que puderam ampliar sua visão sobre o tema e reconhecer a importância de sua atuação profissional na prevenção da violência contra os animais. A atividade reforçou a importância da integração entre diferentes áreas do conhecimento na promoção da causa animal. Destaca-se a relevância de iniciativas como essa para a formação de profissionais mais conscientes, éticos e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa, que respeite e proteja todas as formas de vida.
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14 apresentações da peça “CRIANÇA SEGURA, CRIANÇA FELIZ” em 6 escolas, nos dias 08 a 13/04/2026, dentro da Campanha Maio Laranja. Usando teatro de fantoches e a música “Nisso e Naquilo”, abordamos a prevenção à violência sexual infantil. A atividade foi importante para os alunos por ensinar autoproteção de forma lúdica; para o curso/equipe, por aplicar na prática o ECA e políticas públicas; e para a comunidade, por ativar a rede de proteção com CREAS, Conselho Tutelar e escolas.
O objetivo principal foi promover a prevenção à violência sexual infantil por meio da arte-educação, capacitando crianças para reconhecer limites do corpo e buscar ajuda, como multiplicadores e envolvendo 25 acadêmicos no protagonismo juvenil. Buscou-se ainda fortalecer a rede de proteção local, integrando Secretaria de Educação, CREAS, psicóloga Gleiciane e assistente social Daiana nas 14 sessões realizadas.
A metodologia “Aprender Fazendo” foi aplicada em 3 eixos: 1) Acadêmicos: 15 jovens participaram de oficinas prévias de confecção de fantoches, sonoplastia e ECA. Na prática, atuaram como monitores, manipuladores da Valen e do Edu, e apoio técnico, vivenciando cada etapa da execução. 2) Crianças: aprenderam cantando e interagindo com os bonecos, fixando conceitos através da experiência lúdica com a música “Nisso e Naquilo”. 3) Educadores: após assistirem a peça, aplicaram imediatamente o Guia do Educador Protetor nas rodas de conversa.
Docentes relataram maior segurança para abordar o tema e solicitaram a continuidade do projeto. Discentes voluntários avaliaram a experiência como transformadora, desenvolvendo empatia e responsabilidade social. A comunidade escolar ativou o fluxo de proteção . Como resultado, 6 escolas foram como _Escola Protetora_. Considera-se que o “Aprender Fazendo” foi eficaz por unir teoria e prática, arte e técnica. O projeto mostrou que quando criança, jovem, escola e rede fazem juntos, a proteção acontece.
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Realizamos a apresentação “Gravidez na Adolescência e Casamento Infantil” no auditório da Faculdade Eduvale, em Jaciara. Alunos dos 1º, 3º e 5º semestres participaram, com apoio do Secretário de Saúde, vereadores, Polícia, Bombeiros e outras autoridades. Os alunos do 5º semestre apresentaram, mas todos atuaram conforme sua aptidão. A atividade foi importante para os discentes por debater saúde pública na prática; para o curso, por integrar teoria e extensão; e para a comunidade, por alertar sobre direitos e proteção de adolescentes.
O objetivo foi conscientizar a comunidade acadêmica e autoridades sobre os impactos da gravidez na adolescência e do casamento infantil, estimulando reflexão crítica e prevenção. Buscou-se capacitar alunos dos 1º, 3º e 5º semestres como multiplicadores, promovendo protagonismo juvenil e diálogo intersetorial com Secretaria de Saúde, vereadores, Polícia e Bombeiros para fortalecer a rede de proteção aos adolescentes de Jaciara.
A metodologia “Aprender Fazendo” foi aplicada em 3 etapas: 1) Pesquisa e roteiro: alunos do 5º semestre lideraram a produção do conteúdo, dados do SUS e ECA. 2) Execução: apresentação no auditório com falas técnicas e depoimentos, onde alunos do 5° semestres apoiaram na recepção, mídia e logística. 3) Vivência: atividade recreativa simulou a rotina de um adolescente com filho, para que meninos e meninas sentissem na prática as dificuldades financeiras, emocionais e sociais, estimulando empatia e pensamento crítico em todos os envolvidos.
Docentes avaliaram a integração entre semestres como essencial para formação cidadã. Discentes relataram maior compreensão sobre políticas públicas e relataram que a dinâmica recreativa foi impactante para entender a responsabilidade parental precoce. Autoridades presentes, como Secretário de Saúde e vereadores, reforçaram compromisso com ações preventivas no município. A comunidade acadêmica solicitou novas edições. Considera-se que o “Aprender Fazendo” cumpriu seu papel ao unir teoria, prática e rede de proteção, mostrando que debater gravidez na adolescência e casamento infantil exige participação de todos.
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Realizamos a palestra “Feminicídio: Prevenção e Enfrentamento” no IFMT Jaciara, com alunos do 3º semestre de Direito. Contamos com a Delegada da Mulher de Cuiabá, Janira Laranjeira, e a psicóloga Suellen Mor. A ação teve slides, cartazes, roda de conversa, perguntas da plateia e entrega de doces com bilhetes informativos. Para os alunos, foi essencial aliar teoria penal e prática policial e a psicologia. Para o curso, fortaleceu a formação humanizada em Direito. Para a comunidade, promoveu conscientização e acesso à rede de proteção à mulher, aproximando a universidade dos serviços públicos.
O objetivo foi sensibilizar os alunos do 3º semestre de Direito do IFMT Jaciara sobre o feminicídio, suas causas, tipificação penal e formas de prevenção. Buscou-se integrar conhecimento jurídico, prática policial e acolhimento psicológico, com a Delegada Janira Laranjeira e a psicóloga Suellen Mor, promovendo debate crítico, esclarecimento de dúvidas e fortalecimento da atuação futura dos acadêmicos na defesa dos direitos das mulheres.
Aplicamos a metodologia ativa em 4 etapas: 1) Exposição: palestra técnica com a Delegada Janira Laranjeira sobre investigação e Lei do Feminicídio, e com a psicóloga Suellen Mor sobre ciclo da violência. 2) Visual: slides e cartazes educativos expostos no local. 3) Interação: roda de conversa e perguntas da plateia, estimulando protagonismo dos alunos do 3º semestre. 4) Sensibilização: entrega de doces com bilhetes contendo frases de apoio e canais de denúncia, como 180 e 190, para que os discentes fossem multiplicadores da informação junto à comunidade.
Docentes do IFMT avaliaram a palestra como fundamental para conectar Direito Penal e direitos humanos. Discentes do 3º semestre relataram maior clareza sobre atuação na rede de proteção e impacto emocional positivo com a roda de conversa. A comunidade acadêmica elogiou a presença da Delegada Janira Laranjeira e da psicóloga Suellen Mor, que trouxeram casos reais e orientação prática. A entrega de doces e bilhetes gerou engajamento e fixação do conteúdo. Considera-se que a ação cumpriu seu papel formativo, mostrando que o combate ao feminicídio exige conhecimento técnico, empatia e articulação institucional.
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Realizamos 14 apresentações da peça “CRIANÇA SEGURA, CRIANÇA FELIZ” em 6 escolas, nos dias 08 a 13/04/2026, dentro da Campanha Maio Laranja. Usando teatro de fantoches e a música “Nisso e Naquilo”, abordamos a prevenção à violência sexual infantil. A atividade foi importante para os alunos por ensinar autoproteção de forma lúdica; para o curso/equipe, por aplicar na prática o ECA e políticas públicas; e para a comunidade, por ativar a rede de proteção com CREAS, Conselho Tutelar e escolas.
O objetivo principal foi promover a prevenção à violência sexual infantil por meio da arte-educação, capacitando crianças para reconhecer limites do corpo e buscar ajuda, como multiplicadores e envolvendo 25 acadêmicos de Direito do 7 ° semestre no protagonismo juvenil. Buscou-se ainda fortalecer a rede de proteção local, integrando Secretaria de Educação, CREAS, psicóloga Gleiciane e assistente social Daiana nas 14 sessões realizadas.
A metodologia “Aprender Fazendo” foi aplicada em 3 eixos: 1) Alunos voluntários: 25 acadêmicos participaram de oficinas prévias de confecção de fantoches, sonoplastia e ECA. Na prática, atuaram como monitores, manipuladores da Valen e do Edu, e apoio técnico, vivenciando cada etapa da execução. 2) Crianças: aprenderam cantando e interagindo com os bonecos, fixando conceitos através da experiência lúdica com a música “Nisso e Naquilo”. 3) Educadores: após assistirem a peça, aplicaram imediatamente o Guia do Educador Protetor nas rodas de conversa.
Docentes relataram maior segurança para abordar o tema e solicitaram a continuidade do projeto. Discentes acharam a experiência como transformadora, desenvolvendo empatia e responsabilidade social. A comunidade escolar ativou o fluxo de proteção: como resultado, 6 escolas foram certificadas como _Escola Protetora_. Considera-se que o “Aprender Fazendo” foi eficaz por unir teoria e prática, arte e técnica. O projeto mostrou que quando criança, jovem, escola e rede fazem juntos, a proteção acontece.
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O NUPRAJU preocupa-se com a formação técnica, social e humanística de seus alunos. O projeto visa levar os acadêmicos de Jaciara ao encontro de aprendizados reais, estabelecendo diálogos com os órgãos onde atuarão no futuro. Conhecer a OAB e o TJMT no mesmo dia permite que o aluno visualize a parceria entre as instituições para oferecer justiça e cidadania à população, preparando-os com maestria para o mercado
de trabalho do Vale de São Lourenço e região.
Oferecer aos acadêmicos a possibilidade de relacionar os conteúdos teóricos ministrados em sala de aula com a vivência prática das atividades do profissional do Direito, cumprindo o cronograma de estágio do NUPRAJU. O projeto visa apresentar o funcionamento da Seccional da OAB/MT e do TJMT, permitindo que os alunos compreendam o caminho completo do processo: desde o suporte institucional ao advogado até
o julgamento final pelos desembargadores.
O projeto foi desenvolvido por meio de visitas técnicas guiadas e palestras. No período da manhã (das 9h às 12h), os alunos foram recebidos na OAB/MT, onde conheceram a estrutura de apoio à advocacia e o papel institucional da Ordem. Após o intervalo para o almoço, a comitiva seguiu para o TJMT (das 14h às 17h), onde foi recebida por um Desembargador, conheceu as dependências do Tribunal e acompanhou uma sessão de julgamento.
A realização da visita técnica proporcionou aos acadêmicos uma experiência enriquecedora, permitindo a aproximação entre os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula e a prática das instituições que compõem o sistema de justiça. O contato direto com a estrutura e o funcionamento da OAB/MT e do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso possibilitou uma compreensão mais ampla do papel desempenhado por cada instituição, contribuindo para o fortalecimento da formação jurídica e profissional dos participantes.
A atividade atingiu os objetivos propostos, promovendo a integração entre ensino e prática, além de estimular a reflexão sobre a atuação ética e institucional dos operadores do Direito.
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O aluno reconhecer através de um profissional com vivência prática como é aplicada a teoria da Lei. A materialização do que se estuda em sala, demonstrado através de exemplos reais e práticos, aproxima o aluno do cotidiano jurídico e futuro profissional, além de aguçar a curiosidade e poder questionar o profissional acerca dela.
Unir a teoria à prática, demonstrando o emprego da técnica do profissional de Medicina Veterinária em união com a legislação e profissional do Direito.
Abordagem dialogada e expositiva, com apresentação de casos reais.
Excelente para que os alunos compreendessem a atuação dos profissionais de direito e medicina veterinária no cotidiano profissional, o palestrante convidado por ser atuante, trouxe para a sala sua experiência técnico profissional, com grande maestria e desenvoltura, propiciando ao aluno explorar mais sobre o tema através de perguntas.
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Aproximar o aluno da sociedade, propiciando reconhecimento das práticas de ensino no dia a dia profissional, ensinar uma postura profissional, simplificando o direito para aqueles que se sentem excluídos por serem humildes e hipossuficientes.
Levar conhecimento jurídico ao pequeno e médio produtor, após o levantamento de necessidades.
Aprender Fazendo.
Levantamento de necessidades dos feirantes do Vale do São Lourenço, como meios para criação de cartilhas informativas como devolutiva.
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A atividade “Projeto OAB na Prática” consistiu em uma experiência voltada à preparação dos acadêmicos do 9º semestre do curso de Direito para o Exame da OAB, abrangendo a primeira fase (prova objetiva) e a segunda fase (prático-profissional). A proposta utilizou metodologia ativa, com organização em “ilhas temáticas” nas áreas de Direito Constitucional, Penal, Civil e do Trabalho, além de espaço específico para a primeira fase, com materiais baseados em provas anteriores.
A atividade aproximou teoria e prática, proporcionando vivência realista do exame. Contribuiu para o desenvolvimento do raciocínio jurídico, interpretação, elaboração de peças e gestão do tempo, fortalecendo a formação e a preparação dos acadêmicos.
Proporcionar aos acadêmicos do 9º semestre do curso de Direito preparação prática e estratégica para o Exame da OAB, abrangendo a 1ª fase (objetiva) e a 2ª fase (prático-profissional), por meio de metodologias ativas que estimulem o raciocínio jurídico, a resolução de questões e a elaboração de peças processuais. Busca-se aproximar o estudante da realidade do exame, desenvolvendo habilidades técnicas, segurança e autonomia na realização das provas.
A metodologia adotada baseou-se na abordagem “aprender fazendo” (learning by doing), com uso de metodologias ativas que incentivam a participação dos acadêmicos na construção do conhecimento. A atividade foi organizada em “ilhas temáticas”, distribuídas conforme as áreas da 2ª fase da OAB (Direito Constitucional, Penal, Civil e do Trabalho), além de um espaço voltado à 1ª fase. Cada grupo utilizou materiais elaborados a partir de provas anteriores. Os alunos realizaram simulações de questões objetivas e elaboração de peças, aplicando a teoria na prática com orientação contínua, promovendo autonomia, raciocínio jurídico e aproximação com a realidade do exame.
A atividade apresentou resultados positivos, com elevado engajamento e participação dos acadêmicos. A metodologia adotada aproximou os estudantes da realidade do Exame da OAB, contribuindo para o desenvolvimento do raciocínio jurídico, da interpretação de questões e da elaboração de peças prático-profissionais.
Observou-se evolução na compreensão da estrutura das provas e maior segurança na resolução das atividades. A dinâmica das “ilhas temáticas” mostrou-se eficaz ao promover aprendizado direcionado e personalizado.
Apesar da redução do tempo inicialmente previsto, que limitou a conclusão integral da simulação por alguns alunos, os objetivos foram alcançados. Conclui-se que a prática foi exitosa e relevante para a formação acadêmica.
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A atividade consistiu em uma visita técnica ao Ministério Público, realizada com os acadêmicos do 3º semestre do Curso de Direito, como prática extensionista da disciplina de Direito Constitucional I. Durante a visita, os estudantes conheceram a estrutura e as atribuições constitucionais da instituição, compreendendo sua atuação na defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos direitos fundamentais. A experiência aproximou a teoria da prática, evidenciando o papel do Ministério Público na promoção da cidadania, do acesso à justiça e da dignidade da pessoa humana, contribuindo para uma formação jurídica crítica, ética e comprometida com os valores constitucionais.
Objetivo: Proporcionar aos acadêmicos a integração entre os conhecimentos teóricos de Direito Constitucional I e a atuação prática do Ministério Público, possibilitando a compreensão de seu papel na defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos direitos fundamentais. Busca-se fortalecer a formação crítica dos estudantes, evidenciando a importância das instituições na promoção da cidadania, da dignidade da pessoa humana e do acesso à justiça.
A metodologia adotada compreendeu, inicialmente, aulas expositivas (no período letivo) sobre as funções essenciais à justiça e o papel constitucional do Ministério Público. Em momento posterior, foi realizada visita técnica à instituição, onde os acadêmicos conheceram sua estrutura organizacional, competências e áreas de atuação, por meio de apresentação conduzida por representantes do órgão. Durante a atividade, os estudantes puderam esclarecer dúvidas, relacionar os conteúdos teóricos à prática institucional e refletir sobre a atuação do Ministério Público na proteção dos direitos fundamentais e na promoção da cidadania.
A atividade atingiu os objetivos propostos, proporcionando aos acadêmicos uma compreensão mais ampla sobre a atuação do Ministério Público e sua relevância para a efetivação dos direitos fundamentais. A visita fortaleceu a relação entre teoria e prática, despertando maior interesse dos estudantes pelo funcionamento das instituições democráticas e pela aplicação do Direito Constitucional. Como resultado, observou-se maior desenvolvimento do senso crítico, da cidadania e da percepção sobre o papel do profissional do Direito na promoção da justiça e na defesa da dignidade da pessoa humana.
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A Faculdade Eduvale se transformou em um verdadeiro cenário de investigação. Os participantes viveram uma experiência única, colocando em prática o olhar crítico, a análise de pistas e o raciocínio lógico para desvendar um desafiador caso de homicídio, com a participação de profissionais da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso.
Foi um momento intenso, dinâmico e cheio de descobertas — mostrando que aprender vai muito além da teoria e que a prática é essencial na formação de grandes profissionais.
Promover a integração entre universidade e comunidade através de uma experiência educativa imersiva de investigação criminal simulada, desenvolvendo competências técnicas e comportamentais relacionadas ao Direito Penal, Processual Penal e Ciências Forenses, enquanto desperta o interesse da sociedade pelas carreiras jurídicas e contribui para a formação de cidadãos mais conscientes sobre o sistema de justiça criminal.
Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) integrada com Simulação Realística.
Tipo: Projeto de extensão com componente de pesquisa-ação
Abordagem: Qualitativa e quantitativa
Método: Estudo de caso com simulação controlada
Duração: Evento pontual de 4 horas com acompanhamento longitudinal
METODOLOGIA DE IMPLEMENTAÇÃO
FASE 1: PLANEJAMENTO E PREPARAÇÃO DAS EQUIPES, DOS LOCAIS E DAS PISTAS (30 dias)
FASE 2: EXECUÇÃO DO EVENTO (4 horas)
FASE 3: AVALIAÇÃO E FOLLOW-UP
A atividade "CSI Faculdade EDUVALE - Um Dia de Investigador" atingiu plenamente seus objetivos pedagógicos e institucionais, destacando-se por: - Experiência Prática Simulada de Investigação Criminal: Os alunos vivenciaram de perto as complexidades e os desafios de uma investigação, aplicando conhecimentos teóricos em um contexto prático e dinâmico.- Integração entre Polícia Civil e Instituição Acadêmica através da parceria com a Polícia Civil de MT fortaleceu os laços entre a academia e as forças de segurança, proporcionando um intercâmbio valioso de conhecimentos e experiências.
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A atividade foi uma palestra interdisciplinar que reuniu profissionais de Direito, Agronomia, Medicina Veterinária e Psicologia para abordar ofidismo de forma integrada. Cada área contribuiu com sua perspectiva. A atividade foi essencial porque o ofidismo é um problema multidisciplinar do estado de MT que exige abordagem integrada. Enquanto a prática tradicional isola cada profissão em seu saber específico, esta atividade demonstrou que Direito e Segurança caminham juntos pois profissionais precisam conhecer responsabilidades legais para proteger vidas e propriedades; Prevenção no campo salva vidas agrônomos e veterinários, quando bem preparados, reduzem acidentes nas propriedades rurais; Atendimento rápido e qualificado é decisivo.
Promover a compreensão integrada e interdisciplinar sobre ofídios, seus impactos legais, técnicos, sanitários e psicossociais, capacitando alunos de Direito, Agronomia, Medicina Veterinária e Psicologia para uma atuação profissional segura, responsável e sustentável no contexto do agronegócio e da saúde pública brasileira, com ênfase nas realidades e desafios de Mato Grosso.
Preparação (2 semanas antes): Em reunião com os coordenadores de Direito, Agronomia, Veterinária, Zootecnia e Psicologia foi divulgado as informações sobre a atividade tais como objetivos, data, local e inscrições. Na semana da atividade, testamos projetor, som e equipamentos no auditório.
No Dia da Palestra (3 horas) Abertura (5 min): Iniciamos a apresentação sobre a importância do tema, conceitos e estatísticas em formato interativo, envolvendo os participantes desde o início: apresentamos legislação, segurança e manejo através de atividade dialogada com perguntas frequentes do público e demonstrações práticas. Discutimos o tema de forma interdisciplinar: Debatemos sustentabilidade e ética com perspectivas dos diferentes cursos.
A atividade atingiu satisfação média >4/5 e taxa de resposta >80%, confirmando engajamento dos participantes e alinhamento com metodologias ativas da EDUVALE.
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Organizados em grupos, os acadêmicos do 1º semestre do Curso de Direito realizaram um seminário temático sobre Redação Técnica e Jurídica. Os estudantes pesquisaram e apresentaram aspectos fundamentais da linguagem jurídica, contemplando princípios de clareza, objetividade, precisão vocabular, coesão textual, argumentação e estrutura dos principais gêneros utilizados no contexto jurídico. A proposta permitiu integrar conhecimentos teóricos e práticos, favorecendo o desenvolvimento da competência comunicativa indispensável ao exercício das atividades jurídicas. Além de estimular a pesquisa e a análise crítica, o seminário proporcionou aos acadêmicos a compreensão da relevância da escrita técnica.
Desenvolver competências relacionadas à redação técnica e jurídica por meio da pesquisa, da organização e da apresentação de seminários, promovendo o aprimoramento da argumentação, da comunicação oral e escrita e da utilização adequada da linguagem técnico-jurídica em diferentes contextos acadêmicos e profissionais.
Cada grupo foi responsável pela pesquisa bibliográfica, seleção de referências, elaboração do material expositivo e apresentação oral dos conteúdos previamente definidos. Durante as exposições, os estudantes apresentaram conceitos, exemplos e aplicações práticas dos princípios da redação jurídica, estabelecendo relações entre os conteúdos estudados e situações inerentes à atuação profissional do operador do Direito.
A atividade evidenciou o envolvimento e o comprometimento dos acadêmicos com a pesquisa e a construção do conhecimento. As apresentações demonstraram evolução na organização das ideias, no emprego da linguagem formal e técnica e na capacidade de argumentação oral.
Observou-se, ainda, maior compreensão acerca das especificidades da redação jurídica, especialmente quanto à necessidade de produzir textos claros, coerentes, objetivos e tecnicamente adequados. O seminário também contribuiu para o fortalecimento da autonomia intelectual, do trabalho colaborativo e da postura crítica diante das exigências da comunicação jurídica.
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